Em virtude de informações totalmente infundadas, divulgadas em redes sociais e portais de noticias contra o Promotor de Justiça Dr. Luciano Sales, envolvendo o caso Miquesia, a Associação Piauiense do Ministério Público (APMP/MPPI) manifesta seu mais veemente repúdio aos conteúdos falsos direcionados contra o Promotor de Justiça, associado desta entidade, bem como contra a imagem do próprio Ministério Público do Estado do Piauí.
O pedido de desaforamento do julgamento marcado para esta sexta-feira, dia 12, foi feito com fundamento no art. 427 do Código de Processo Penal, tendo como objetivo exclusivo assegurar a imparcialidade dos jurados e a segurança da sessão.
As inverdades relacionadas à gerência do Hospital Regional de Corrente e à atuação deste membro do Ministério Público são cruéis e difamatórias. O fato em questão ocorreu no ano de 2017 e não possui qualquer relação com a gestão vinculada à esposa do Promotor de Justiça.
Trata-se de clara prática de fake news, desprovida de qualquer veracidade, cujo único propósito é atingir a honra pessoal do Promotor e tentar deslegitimar a atuação séria, independente e comprometida do Ministério Público perante a sociedade.
O Ministério Público é uma instituição essencial à Justiça e não pode ter sua credibilidade fragilizada por expedientes que deturpam a verdade. Atingir seus membros é atentar contra a confiança da sociedade na própria Justiça.
Ao tempo em que informa que irá tomar as medidas judiciais cabíveis, a Associação reafirma seu integral apoio e solidariedade ao Dr. Luciano Sales e, ao mesmo tempo, reitera o compromisso inabalável do MPPI com a defesa da verdade, da Justiça e da sociedade piauiense.
Associação Piauiense do Ministério Público – APMP/MPPI